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08/04/15

Koh Phi Phi e Koh Phai (Bamboo Island)


Saímos de manhã bem cedo para o porto, de onde saímos em direcção às Phi Phi.
A primeira paragem na praia Este de Railay, onde embarcaram mais alguns turistas. Daí seguimos para a primeira "atracção" na Phi Phi Leh (a mais pequena das 2 principais ilhas do arquipélago), na Maya Bay (Lagoa Azul). Chegamos cedo (ainda só lá estavam um ou 2 barcos e um par de long-tail), com a maré praticamente cheia e o mar estava calmo. A ilha é desabitada e não é possível pernoitar na mesma.










Após alguns minutos a apreciar e fotografar o impressionante cenário, lançamo-nos à água. 


Quando saímos, hordas de lanchas chegavam ao local, alguns deles carregados de barulhentos turistas chineses.

"Viking Cave" - na Phi Phi Leh - local onde os locais colhem ninhos de pássaro para fazer sopa e onde se encontram gravuras de barcos que se "aparentam" com os dos vikings. Também serve de refúgio para os pescadores.
Após uma breve paragem para snorkeling, partimos então em direcção à praia dos Macacos, antes de desembarcarmos na praia Ton Sai na Phi Phi Don, principal ilha do arquipélago.






Desembarcamos na Ton Sai bay, uma bonita praia estragada por ter sido transformada num movimentadíssimo porto improvisado e foi-nos concedido algum tempo livre para explorarmos a ilha e para fazermos praia. 

Ton Sai, Um dos raros momentos com um número aceitável de barcos e com o areal desimpedido
O resto do dia... 
Idem
Atravessamos rapidamente a parte mais estreita da ilha - onde se localizam a maior parte dos hotéis, comércio, restaurantes e bares - até à Loh Dalum bay (esta sim uma praia fantástica e relativamente desimpedida de barcos).



Almoçamos uma deliciosa Tom Yum (sopa de peixe picante típica da Tailândia e do Laos mas que também se encontra noutros países vizinhos) num restaurante bem em cima da praia e regressamos à mesma. 

Na nossa opinião, a ilha tem já demasiadas infra-estruturas turísticas (tendo em conta o que se pretende numa ilha idílica) e provavelmente em época alta terá demasiados turistas e "excesso" de animação. Felizmente fomos em época baixa, como tal a atmosfera era relativamente tranquila e a praia encontrava-se relativamente vazia de gente. 



Há também algumas praias mais pequenas e isoladas que serão sempre uma boa opção para quem quiser evitar as multidões:


A meio da tarde, regressamos ao barco e iniciamos o regresso, com uma paragem na ilha Bamboo. A pequena ilha (600m por 700m) praticamente plana é o oposto das Phi Phi. Tem apenas um pequeno parque de campismo disperso entre árvores e um ambiente relaxado, com uma agradável praia. Um sítio bem simples, recatado e isolado, para ficarmos a "sós" com o mundo. No entanto, muitos dos barcos que diariamente se dirigem às Phi Phi, param aqui no regresso pelo que há uma espécie de "hora de ponta" em que o número de pessoas flutua significativamente, ficando por momentos a praia "infestada" de gente.




Regressamos então ao barco e em vez de regressarmos ao porto, pedimos para sair em Railay, regressando por nossa conta a Ao Nang antes do cair da noite:)

Hora de ir embora, costa de Krabi e Ao Nang à vista:)

Ao Nang e Railay


Chegados de Siem Reap no Camboja a Bangkok, aproveitamos a tarde para descansar um pouco da estafa do dia anterior na Khao San e na piscina do Hotel Rambuttri Village. Após uma noite bem dormida, apanhamos o voo low cost da Air Asia em direcção a Krabi, onde se localiza o aeroporto mais próximo de Ao Nang. À chegada, tínhamos à nossa espera o transfer do nosso hotel, o Ao Nang Cliff Beach Resort. Como era o final da época das monções (na realidade nesta região é mais correcto chamar-lhe "época das chuvas" pois é raro haver monções propriamente ditas), época baixa, o hotel tinha uma promoção simpática (preço bem abaixo dos "normais") de 3 noites num quarto com banheira de hidromassagem na varanda que incluía:

- transfer de e para o aeroporto;
- uma massagem de 60 min ou jantar (BBQ);
- tour de um dia (numa lancha) às ilhas Phi Phi e ilha Bamboo ou ilha Hong;
- uma garrafa de vinho :P

Ao Nang seria a nossa base para explorar as praias e as impressionantes formações rochosas de Railay (ou Rai Leh), bem como as ilhas Phi Phi. A primeira impressão foi boa: o hotel embora fosse grande (algo que não nos agrada muito) estava relativamente desocupado, bem cuidado e a funcionar a 100%. O tempo estava agradável embora com algumas nuvens. Foi aí, aquando do check-in, que fomos informados que em toda a quinzena anterior praticamente que não tinha parado de chover.

Partimos então em direcção à praia de Ao Nang, onde passaríamos a tarde. Com o passar da mesma, o tempo foi piorando até à "típica" chuvada do final da tarde. Felizmente chegamos ao hotel mesmo a tempo de um mergulho na piscina e de nos refugiarmos às primeiras rajadas de vento que precedem a chuva na dita banheira na varanda.

Praia de Ao Nang 
Hora de ir para o hotel...
Vista do quarto
Varanda
No dia seguinte, saímos de manhã bem cedo para o porto, para conhecermos as ilhas Phi Phi. No regresso, pedimos para desembarcar na pequena mas imponente península de Railay, onde regressaríamos no nosso último dia.

Esta tem 3 praias: Railay Oeste, Railay Este e Ao Phra Nang. A praia de Railay Oeste encontra-se separada de uma quarta praia já fora da península, Ton Sai, por algumas rochas e vegetação. Na maré vaza é possível contornar as mesmas pela areia, com a maré cheia é preciso caminhar por um trilho por através da formação rochosa. A praia de Railay Este embora bonita, é onde atracam os maior parte dos barcos e tem mangais, pelo que é uma má opção para nadar (como também o é a de Ton Sai com a maré vaza mas por ser muito rochosa).

Começamos então por Railay Este, onde desembarcamos:






Seguimos então para Ao Phra Nang, na "ponta" da península, por belos caminhos na companhia dos macacos:








Templo da fertilidade
Mais do mesmo...



De regresso ao caminho, procuramos então a praia de Oeste, de onde partem os long-tail para Ao Nang:





E por fim, Ton Sai:


O percurso de barco entre Ao Nang e Railay é uma óptima oportunidade para tirar algumas fotos e quando as formações cársticas se tornam mais impressionantes:



Ao Nang à vista...


...mas na realidade se o mar estiver minimamente mexido ou a maré em baixo, o barco desembarca no porto, pelo que é ainda necessário um tuk-tuk para o regresso ao centro.

Até já!