Vientiane (ou Vieng Chan, Vientiane foi a "adaptação" francesa do nome, que acabou por pegar - se quiserem um nome em "português", acho que Vienciana é o mais correcto) é uma capital diferente de todas as outras onde já estive, incluindo no Sudeste Asiático. É uma cidade com menos de 1 milhão de habitantes (estimam-se que pouco mais de 700 mil) e com uma densidade populacional de 200 habitantes por km2.
Estávamos um pouco apreensivos pois os relatos de viajantes era algo díspares e muitos, mesmo viajando durante meses, nem incluiam a cidade nos seus roteiros porque tinham lido (tal como nós) ou alguém lhes tinha dito (same here) que a cidade não tinha pontes de interesse e era feia. Felizmente isto não podia estar mais longe da verdade.
O ambiente é descontraído (não estivéssemos nós no Laos) e o trânsito não é sequer comparável às capitais vizinhas da Indochina. Tal como em Luang Prabang, é notória a influência francesa (dos croissants e baguettes a alguns dos melhores restaurantes da cidade, de cozinha francesa ou de fusão), mas há também uma espécie de China Town, onde também abunda a comida Coreana. De referir ainda a existência de extensos cemitérios ortodoxos russos, reflectindo a influência Soviética na criação da Lao DPR.
A maior parte das atracções da cidade encontram-se a uma walking distance, exceptuando o Phat That Luang, o Patuxai (uma espécie de arco de triunfo Lao - curiosamente o nome significa "arco da vitória" enquanto que para os franceses era o "Monumento aos Mortos") e o Buddha Park (que fica uns kms fora da cidade e que apesar do aspecto enganador, a construção é relativamente recente e em betão).
Num dia apenas, conseguimos ver praticamente todas as principais atracções da cidade excluindo o dito parque. Vimos tudo a pé excepto o Phat That Luang e o Patuxai, altura em que tivemos que recorrer a um tuk-tuk.
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Phat That Luang |
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Templos adjacentes ao Phat That Luang
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Monumento de Homenagem ao Soldado Desconhecido
também ele próximo do Phat That Luang |
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Patuxai |
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Tecto do mesmo |
À excepção dos já referidos, a maior parte dos templos ficam praticamente lado a lado, no centro da cidade. De salientar, o templo Sisaket:
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Templo Sisaket |
...e o, agora museu, Haw Phra Kaew:
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Visto da rua |
Ficam mais algumas fotos de umas das capitais mais simpáticas e relaxadas onde já estive:
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Avenida principal, com Patuxai ao fundo |
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Decanters para todos os gostos! |
Alguns edifícios governamentais:
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Palácio Presidencial, no início da avenida principal |
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"Governor's Office" |
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"Culture Hall" |
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Parlamento, perto do Phat That Luang |
E claro, não podiam faltar, os mercados:
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De dia... (Talat Sao) |
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...até ao passeio... |
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...e à noite, junto ao Mekong (Vientiane Night Market) |
De referir ainda a imensidão de bancas de comida de rua que ocupam os passeios e ruas ao anoitecer, com maior incidência na zona Chinesa. Vale a pena dar uma olhada embora nós tenhamos optado por um outro tipo de experiência (só tínhamos uma noite), que aconselho vivamente:
"La belle epoque", um restaurante no
Settha Palace Hotel, um magnífico edifício do período colonial francês, onde a cozinha
avec e lao se fundem, a preços razoáveis (tendo em conta o nível do serviço).
Por fim, mas não menos importante, das melhores lojas de sumos naturais a preços "simbólicos":
E foi isto a nossa "amostra" do Laos, que nos deixou com MUITA vontade de regressar! Hora de apanhar o avião da Lao Airlines e regressar ao frenético Vietname. Vientiane fica também na fronteira com a Tailândia e há uma ponte (bem recente) da "amizade" que liga os dois países. No entanto, a Tailândia ainda ia ter que esperar uma semana e tal:)
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Sôhk Dee Deuh Lao! |
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